Os “cambios de réxime” propiciados por Estados Unidos: Antecedentes históricos

- James Petras

Así como Estados Unidos recorre a unha única “vía” (golpes militares e invasións) para esmagar os gobernos populares pequenos e máis vulnerábeis, utiliza unha estratexia de “múltiples vías” cos grandes países poderosos.  No primeiro caso é suficiente unha chamada ao exército ou o envío dos marine para acabar cunha democracia electoral. No caso de países poderosos, EUA utiliza unha estratexia de múltiples axentes que inclúe o bombardeo propagandístico nos medios de comunicación e, catalogar a demócratas como ditadores, extremistas, corruptos, ameaza para a seguridade, etc.

O Brexit e a engrenagem autocrática da UE

- José Goulão

O Reino Unido aderiu em 1973 à CEE. Tinha então 2,8 milhões de pobres, número que compara com os 14 milhões de hoje; desconhecia praticamente o fenómeno dos sem-abrigo, que hoje são 80 mil, 12 mil dos quais em Londres. As privatizações arrasaram a qualidade e encareceram os serviços essenciais para a vida em sociedade. Hoje são 10 milhões os trabalhadores em regime de precariedade, modalidade que só passou a ser aplicada já com o país na CEE

10 mentiras sobre Venezuela

- Katu Arkonada

A comunidade internacional está preocupada polo estado da democracia en Venezuela. Á "comunidade internacional", representada por Estados Unidos e o Grupo de Lima, non lle preocupan os presos torturados en Guantánamo; non lle preocupan os defensores de dereitos humanos que a diario son asasinados en Colombia; non lle preocupan as caravanas de migrantes que foxen da doutrina do shock neoliberal en Honduras…

20 anos de transformações e resistência na Venezuela

- Gustavo Carneiro

As múltiplas e profundas transformações verificadas na Venezuela nas últimas duas décadas definem a natureza do processo bolivariano e explicam o apoio de que este goza entre amplas camadas da população, bem como o ódio que suscita à oligarquia e ao imperialismo

Venezuela e a loita xeopolítica

- Carlos Fazio

Baixo a tutela de Washington e nunha acción coordinada cos réximes sipaios de Colombia, Brasil e Arxentina -principais integrantes do Grupo de Lima-, o deputado Juan Guaidó autoproclamouse "presidente encargado", a figura paragobernamental necesaria para seguir a folla de ruta da política de "cambio de réxime" do Comando Sur do Pentágono

A estratégia perdedora de Trump

- James Petras

Dada a continuada economia pujante da China (6,5% do PIB em 2018), a crescente ênfase na expansão dos serviços sociais, no mercado de consumo e na facilidade de crédito, as políticas de tarifas coercivas de Trump estão condenadas e as ameaças militares só encorajarão a China a aumentar e atualizar a sua defesa militar e programas espaciais superiores

União Europeia ao lado de Trump contra a Venezuela

- José Goulão

No seguidismo em relação à estratégia de Trump, a União Europeia assume a sua conivência com o golpe na Venezuela de uma maneira que contraria a maioria dos Estados membros da Organização dos Estados Americanos, apesar de esta entidade ser habitualmente considerada uma simples correia de transmissão dos desejos e interesses de Washington

A sociedade capitalista muda rapidamente. O que fazer nos sindicatos e movimentos sócio-políticos?

- Reginaldo Moraes

A evolução do capitalismo das ultimas décadas – com a automação, as reformas liberais, a reengenharia das empresas - conduziu a uma redução e fragmentação da classe trabalhadora e a uma pulverização politica das classes populares. Isso enfraqueceu seus organismos de luta e formação de ideologia

Entrevista com José Luís Fiori: “Rússia e China estão aliadas em torno do objetivo de impedir a supremacia unipolar dos EUA”

- Eleonora de Lucena

As guerras comerciais são um fenômeno muito antigo. Mas também neste caso o uso de uma expressão milenar esconde o que há de novo na situação atual. Na verdade, a China é hoje o principal concorrente econômico dos EUA, mas sua disputa não é apenas comercial, é uma disputa pelo controle da “ponta tecnológica”

Por dentro do coração da Índia rebelde

- Vijay Prashad

A maior greve registrada na história mundial ocorreu na Índia em 2016, quando 180 milhões de trabalhadores protestaram contra o governo do primeiro-ministro Narendra Modi. As demandas de agora são – como sempre – múltiplas, mas centram-se na deterioração do sustento dos trabalhadores, no desaparecimento do próprio trabalho para muitas pessoas e no ataque político aos sindicatos


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